Marcelo Maciel

marcelo_maciel

Marcelo Maciel

As influências do universo da tatuagem vieram desde cedo, por causa da convivência com o tio, Sérgio Led’s, mas até os 18 anos de idade ele nunca tinha cogitado seguir essa carreira. Inicialmente, o artista pensava em atuar como arquiteto ou engenheiro aeronáutico.

A proximidade com a atividade – através de Sérgio e de outros amigos – fez com que ele se interessasse em aprender as técnicas. Após conhecer o processo, Marcelo explica ter se apaixonado pela profissão.

CONTINUE LENDO

Adepto do desenho, ele acredita que a prática é um dos pré-requisitos essenciais para ser dar bem na carreira. “Tattoo e desenho são coisas que caminham juntas. O lance do desenho tem que estar no tatuador já”.

Para ele, a decisão do cliente deve ser respeitada e, por isso, evita fazer qualquer julgamento sobre a arte escolhida para ser tatuada.

Mesmo sendo versátil, suas preferências são os estilos mais gráficos como o tradicional, o neo tradicional e blackworks.

Ele reforça que, quando o assunto é tatuagem, quem vê cara, não vê coração. “Muitas vezes, o cara é grandão e acaba dando trabalho porque não tem muita tolerância com a dor”.
Sobre a liberdade de criar a tatuagem para o cliente, Marcelo destaca a importância de o artista imprimir a sua personalidade em cada trabalho e explica que é possível convencer qualquer pessoa a desistir de tatuar uma reprodução.

-